Import and Export of Medicines: a regulated process and essential for health
O setor farmacêutico brasileiro segue em trajetória de crescimento expressivo. Entre 2018 e 2023, a receita saltou de R$ 90,5 bilhões para R$ 146,7 bilhões, um avanço de cerca de 62% no faturamento total, com destaque para o segmento institucional (hospitais e clínicas), que cresceu 74% no período.
Além disso, projeções recentes indicam que o mercado poderá atingir US$ 21,3 bilhões já em 2025, mantendo uma taxa média de crescimento entre 5% e 6% ao ano até 2030.
Este momento de expansão, portanto, reforça a necessidade de atenção à logística de medicamentos, especialmente diante do crescimento no volume de importação e exportação de insumos — tanto em nível nacional quanto internacional.
Mercado em expansão e relevância logística
Segundo estudo da Grand View Research, apenas o mercado de logística farmacêutica no Brasil movimentou US$ 1,578 bilhão em 2024. Até 2033, esse valor pode quase dobrar, alcançando US$ 3,45 bilhões — com uma taxa anual de crescimento superior a 9%. Esse avanço é impulsionado principalmente pela cold chain, que envolve medicamentos sensíveis à temperatura.
Portanto, a logística deixou de ser um apoio operacional e passou a ser um fator estratégico para competitividade.
Certificações e padrões internacionais
Para atuar com exportação de insumos ou medicamentos, empresas brasileiras devem se preparar para os requisitos do programa Operador Econômico Autorizado (OEA) — um selo que atesta segurança e conformidade nas operações de comércio exterior.
Esse programa, alinhado à Organização Mundial das Alfândegas (SAFE Framework), reduz a interferência alfandegária e aumenta a eficiência na cadeia logística internacional. Ou seja, ter a certificação OEA não é apenas um diferencial: em muitos casos, é uma exigência para garantir o fluxo regular de mercadorias.
Infraestrutura e iniciativa governamental
O governo brasileiro também tem investido fortemente na indústria da saúde. Por meio do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, foram anunciados R$ 42 bilhões em recursos até 2026 com o objetivo de fortalecer a produção local, reduzir a dependência de importações e transformar o Brasil em um hub regional para o setor.
Com isso, a demanda por operações logísticas especializadas tende a crescer em todas as frentes — da produção à distribuição.
Por que isso importa para a logística de medicamentos?
A ampliação da produção nacional e o aumento da exportação tornam essencial uma logística qualificada. É preciso atuar com rastreabilidade ponta a ponta, armazenagem validada e integração com sistemas regulatórios — tanto da ANVISA quanto de agências internacionais.
Ao mesmo tempo, o crescimento da cold chain exige veículos climatizados, monitoramento constante e ambientes com temperatura controlada. Esses cuidados não se restringem apenas às capitais ou centros urbanos. Pelo contrário: são críticos mesmo para regiões interioranas e para estudos clínicos com alto grau de exigência.
Nesse cenário, a adoção de boas práticas como GMP (Good Manufacturing Practices) e GDP (Good Distribution Practices), além da acreditação OEA e do cumprimento de RDCs, são indispensáveis para garantir segurança, rastreabilidade e conformidade regulatória.
Sobre FIC Company
Atuamos com serviços de logística farmacêutica e logística médica internacional, especializados na importação, exportação e transporte de medicamentos sensíveis. Com foco em armazenamento validado, rastreabilidade digital, centralização de lotes e compliance regulatório, A empresa está alinhada com os padrões exigidos por Anvisa e mercados globais.
Saiba mais sobre a atuação técnica visitando nossa página sobre logística de transporte médico e farmacêuticoa:

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